Dicas de etiqueta no mundo corporativo com Fabio Arruda

Ao contrário do que muita gente imagina, Etiqueta não tem nada de "frescura". Desde a sua origem, seu princípio e finalidade são estabelecer, através de alguns conceitos, uma melhor relação entre as pessoas.

Certos códigos de comportamento, quando respeitados, nos evidenciam um cotidiano mais agradável e producente. E é por estar presente em todas as situações que não devemos esquecer da preciosa Etiqueta durante feiras e eventos corporativos.

Todo o processo de chegada, cadastramento, emissão de crachás, etc., pede organização e disciplina. Existem feiras que mandam antecipadamente seus convites, para que você possa se cadastrar com antecdência; e algumas até mandam os crachás a alguns participantes.

Estacionar é a primeira etapa. Os estacionamentos de pavilhões costumam ter um preço fixo, que deve ser pago logo na entrada. Portanto esteja preparado: nada mais chato que aquele "mala" no carro em frente ao seu, que esqueceu de trazer dinheiro ou que insiste em pagar apenas na saída, e assim atrasa longamente o acesso dos demais.

Mas esteja preparado, pois filas, neste tipo de evento, são quase que obrigatórias. Não preciso dizer que furar fila é uma das maiores faltas de civilidade e respeito. Cabe sempre aí, lembrar da gentileza óbvia para com gestantes e idosos. E a impaciência deve ser deixada em casa, trancada na gaveta. Para quê já começar estressado?

Uma vez lá, o fluxo de pessoas pode ser enorme. Portanto, contribua para uma circulação inteligente naqueles corredores que podem parecer um labirinto. Retire logo na entrada o mapa de localização dos estandes - ou busque nos painéis indicativos a direção que necessita. Aquele sistema de letras associadas a números ou cores, e à divisão de setores, funciona muito bem.
Durante a visita, foque suas metas e torne produtiva - ao máximo - sua ida ao evento.

E quem de nós não adora um brinde? Mas estes estão programados para serem distribuídos individualmente. Insistir em levar mais um "para a esposa", nem pensar. Mas vale aqui uma avaliação: será que precisamos realmente de todas aquelas sacolas e pequenos mimos que, juntos, muitas vezes chegam a parecer a bagagem de uma viagem de navio de 30 dias, e que seguramente vai esbarrar nos demais?

Feiras grandes demais podem exigir mais de um dia de visitação. Por isso aí é fundamental organizar de forma objetiva - e dirigida - suas incursões ao evento. Existem as normas, também, para os expositores e participantes, mas isto fica para uma próxima vez...

fabioarruda@fabioarruda.com.br

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Postado por: Fabio Arruda
Em: 28/7/2005 as 12:28
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Mais de 40 feiras agitam o turismo de negócios em São Paulo no mês de agosto

mês de agosto está chegando e com ele inúmeras Feiras, Congressos e Eventos, dos mais variados setores, que prometem atrair turistas de negócios dos cinco continentes. Ao todo, são 42 eventos programados para agosto em São Paulo e, com isso, a cidade fica oxigenada e todo o setor de turismo de negócios sai ganhando.

O que veremos no próximo mês é uma verdadeira infinidade de opções de bons negócios em feiras com característica que se diferem uma das outras. São Paulo será palco das principais novidades em produtos, serviços e tecnologias de setores como móveis, bens de consumo, materiais escolares, energia, fotografia, tecnologia, jóias, alimentação, engenharia e até aventura.

Já parou para pensar na grandiosidade disso tudo? Imagine quantos turistas de negócios embarcarão nos aeroportos desta grandiosa Metrópole nos próximos 30 dias? E tem mais, se traçarmos uma estimativa do quanto que estes eventos movimentam a economia do País verificaremos que as cifras são exorbitantes.

A Embratur divulgou esta semana que os desembarques em vôos internacionais no Brasil, no primeiro semestre, atingiram a marca de 3.341.485 passageiros, um crescimento de 15,37% em relação ao mesmo período do ano passado. Para se ter uma idéia, no mês de junho, 514 mil pessoas chegaram aos aeroportos brasileiros vindos do exterior, um aumento de 11,38% sobre o mesmo mês do ano passado.

Dados também muito positivos foram fornecidos pela Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária), que também confirmam um aumento significativo em todos os meses do ano. O acumulado dos últimos 12 meses (julho 2004/junho 2005) projeta um crescimento de 7,25% para 2005 com relação ao ano passado. Com relação ao primeiro semestre de 2003, o aumento foi ainda maior: 36,04%.

Isso, logicamente, reflete no setor de turismo de negócios. De acordo com o Banco Central, de janeiro a junho, os estrangeiros gastaram no Brasil US$ 1,870 bilhão. O crescimento, comparado ao mesmo período do ano passado, que já havia sido o melhor da história, foi de 15,07%.

Portanto, observamos que tudo que gira em torno do setor é grandioso e exige que haja, cada vez mais, uma união dos Promotores das feiras, que nunca devem deixar de estar antenados com relação ao atendimento eficiente aos turistas. É fundamental também um amplo conhecimento com relação aos serviços que São Paulo oferece, principalmente no que se refere a transportes, saúde, cultura e lazer. O turista de negócios tem de saber onde vai ficar, como vai se locomover, onde e o que vai comer, enfim, como irá aproveitar, ao máximo, tudo que São Paulo tem a oferecer para ele.

octavio@portalradar.com.br

*O contéudo desta coluna é de total responsabilidade do colaborador que a assina.

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Postado por: Octavio Neto
Em: 28/7/2005 as 7:51
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A cidade de São Paulo ainda não foi verdadeiramente descoberta

O paulistano tem motivos de sobra para sentir orgulho de sua cidade. São Paulo respira artes, espetáculos grandiosos, diversidade étnica, cultural e religiosa, restaurantes, esportes, gastronomia, etc. Isso tudo faz com que a cidade seja conhecida como o principal pólo da América Latina no que se refere ao turismo de negócios, no entanto, poderia ser muito melhor, pois São Paulo ainda não foi descoberta, verdadeiramente, pelo mundo como deveria, aliás, falta aos próprios paulistanos descobrirem a cidade de São Paulo.

Falta saber que situações simples podem ser muito prazerosas: passear no Parque do Ibirapuera, assistir boas peças de teatro, conferir um bom filme no cinema, comer bom pastel de feira, ir ao Mercado Municipal, convidar os colegas de trabalho para um happy hour, se deliciar com uma saborosa rodada de pizzas, etc.

Seria fundamental essa descoberta, pois o turismo de negócios tanto doméstico quanto de turistas vindos de outros países movimenta, enormemente, a economia do País. Para se ter uma idéia, o turista de negócios gasta, na média mundial, 160 dólares diariamente; enquanto que o turista de lazer gasta, em média, 80 dólares por dia.

De acordo com pesquisa divulgada pela São Paulo Turismo – SP Turis, órgão pertencente à Prefeitura de São Paulo, em 2004 a cidade registrou 7,5 milhões de turistas entre brasileiros e estrangeiros. Muitos podem considerar esse número elevado, mas sei que a cidade, por sua pujança, pode crescer imensamente no setor de turismo de negócios.

Entrevistei para o Radar Television do próximo dia 31 de julho, o vice-presidente da São Paulo Turismo, Tasso Gadzanis, e muito me agradou ouvir dele a iniciativa do órgão de ampliar o leque de divulgação de tudo o que a cidade pode oferecer ao turista, fazendo com que o mesmo fique um dia a mais na cidade. Imagine o quanto isto geraria de recursos para o município e, conseqüente, para o País?

No entanto, ninguém constrói nada sozinho. Faz-se necessária uma ação conjunta de todos os setores ligados direta ou indiretamente ao setor de turismo de negócios: um verdadeiro elo entre promotoras de eventos (que têm papel preponderante), ações governamentais, rede hoteleira, restaurantes, bares, casas de shows e espetáculos, teatros, cinemas, shoppings centers, etc. Com isso, será ultrapassado, com sobras, o número de 7,5 milhões de turistas.

O turista de negócios que mais procura a cidade é o advindo dos Estados Unidos, totalizando 428,8 mil turistas. Na seqüência temos Argentina, Alemanha, França, Itália, Portugal, Inglaterra, Espanha, Uruguai, Canadá, Suíça e Chile. Com isso, São Paulo configura-se, de acordo com pesquisa de 2003, como a segunda cidade brasileira mais visitada, ficando atrás somente do Rio de Janeiro.

A mesma pesquisa aponta que os fatores que atraem os turistas são: lazer (53,9%), negócios (26%), visitas familiares/amigos (17,1%), saúde (0,5%), estudos/pesquisas (1,1%). Como vimos, após o lazer, a maior procura é pelo turismo de negócios. Porém, o segundo item traz muito mais investimentos para a cidade.

Vontade política é fundamental para impulsionar o turismo de negócios e sinto isso tanto por parte do governador Geraldo Alckmin quanto do prefeito José Serra através da São Paulo Turismo. Creio que os resultados virão de maneira animadora.


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Postado por: Octavio Neto
Em: 20/7/2005 as 7:56
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São Paulo Fashion Week mostrou o que faz dele o maior evento de moda do Brasil

O badalado São Paulo Fashion Week registrou em seus 10 primeiros anos de existência um crescimento vertiginoso em cada uma das 19 edições já realizadas. Entre 28 de julho e 4 de julho mais de 120 mil pessoas transitaram por 24 mil metros de área ocupada na Bienal, nos sete dias de desfiles. Ao todo, 51 novas coleções Verão 2006 foram apresentadas na passarela. A qualidade das coleções apresentadas pelos estilistas mostra o patamar invejável alcançado pela moda brasileira, que faz dela uma das mais respeitadas em todo o mundo.

O SPFW é um evento de gigantesca visibilidade internacional, recebendo coberturas amplas da mídia especializada de todos os cantos do mundo. Desde 1995, quando estreou o Radar Television, fazemos a cobertura dos principais eventos do País e o único que vi receber mais jornalistas do que o SPFW foi a posse do presidente Lula.
Mais uma vez o craque do Real Madrid e pentacampeão do mundo pela seleção brasileira, Ronaldo, chamou para si parte dos holofotes. Assim como aconteceu no lançamento da coleção de inverno no início do ano, quando ficou deslumbrado pela beleza de Daniela Cicarelli, desta vez o colírio para os olhos do Fenômeno foi a modelo Raica Oliveira, que inclusive foi presenteada pelo jogador durante o evento e ambos devem mesmo emplacar um romance.

Não posso deixar passar em branco as comemorações dos 50 anos da Rhodia Poliamida, pois se hoje existe um evento de tamanha envergadura como o SPFW é graças ao pioneirismo de homens e mulheres que ousaram falar sobre moda no final dos anos 1950 e promover os primeiros desfiles na década de 1960.

O São Paulo Fashion Week tem em seu idealizador, Paulo Borges, uma verdadeira chave para o sucesso. Em vários momentos observei a atenção dele com todos os desfiles, ora arrumando a cortina, ora corrigindo a postura das modelos. Preocupa-se, ao lado de sua equipe, com todos os detalhes do evento. É meticuloso e muito talentoso.
A moda brasileira, que está completando cinqüenta anos, chegou ao seu grau de maturidade justamente com o SPFW, que, sem dúvida, é um dos cinco maiores eventos do setor no mundo.

No entanto, apesar de admirar toda a grandiosidade e representatividade do evento, vejo que muito ainda pode ser melhorado para as próximas edições. Seria importante os organizadores pensarem em um Pavilhão de moda exclusiva para receber o evento, que ocorre duas vezes ao ano, oferecendo toda a infra-estrutura necessária para a acomodação da mídia em geral. Ou então, realizar obras de melhorias nas próprias dependências do Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, onde ocorreram as últimas edições.

Durante os dias do SPFW senti falta de ar condicionado tanto nas áreas externas quanto em uma das salas de desfiles. Seria muito interessante se as salas passassem a ser climatizadas daqui a diante. Outro ponto que mereceria maior atenção por parte dos organizadores é o PIT (local onde ficam os fotógrafos e cinegrafistas). O espaço atual é muito apertado e desconfortável.

A mensagem que quero deixar é que até mesmo um evento tão bem organizado e cheio de glamour como o São Paulo Fashion Week pode ser melhorado e fazer ainda mais sucesso nos próximos anos.

octavio@portalradar.com.br

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Postado por: Octavio Neto
Em: 6/7/2005 as 7:59
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