Ser ou estar feliz, eis a questão

Esta semana a felicidade foi o tema abordado pelas principais revistas semanais. Foi então que parei por um instante para analisar a questão e notei que a diferença entre sermos e estarmos felizes é realmente muito grande.

É preciso encarar que tanto a felicidade como a infelicidade não são duradouras, pois há momentos que estamos mais felizes e outros que estamos menos felizes e foi nesta análise que tive a certeza de tais situações serem extremamente normais e corriqueiras em todo ser humano.

Enfim, abordo este tema nesta coluna baseado no fato de que em nosso setor de atuação lidamos com diversas situações e interferências empresariais e econômicas, pois o fator humano é o mais importante. Acredito que cada um de nós esteja sempre procurando a felicidade seja no lado afetivo, emocional, mas principalmente o profissional e para complementar a condição de ser ou estar feliz é necessário que estejamos satisfeitos com aquilo que fazemos. Vale a pena refletir nesta questão. Faço o que gosto? Pense nisto... e Boa Semana!

octavio@portalradar.com.br

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Postado por: Octavio Neto
Em: 29/9/2005 as 12:14
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Com que roupa eu vou?

Pode não parecer muito importante, mas a verdade é que a maneira como as pessoas se apresentam, as roupas que vestem, principalmente no trabalho, têm uma importância fundamental na imagem e até no próprio desempenho profissional.

Como antropólogo sou obrigado a admitir que a maneira de se vestir tem uma grande influência nas pessoas. O próprio homem primitivo se trajava de maneira diferente para cada situação. O trajar condiciona o comportamento. Quando você está bem vestido, com roupas finas e caras, até o seu andar muda. Seu modo de falar muda. Seu jeito de olhar muda. Veja como as pessoas mudam seu comportamento numa cerimônia onde estejam bem vestidas. Da mesma forma há que se tomar muito cuidado com o trajar no trabalho.

Se não houver uma preocupação séria com o traje, de pouco em pouco as pessoas vão ficando cada vez mais relaxadas em relação ao vestir-se. E esse relaxamento passa para o ambiente de trabalho. As pessoas tornam-se menos gentis, mais agressivas e até mais permissivas, o que pode prejudicar muito o ambiente de trabalho.

Não é à toa que certas empresas exigem trajes mais formais. Com roupas mais formais, as pessoas comportam-se melhor, provam os estudos e até fazem as coisas com mais atenção aos detalhes e qualidade. Vestindo-se de qualquer maneira, as pessoas tornam-se mais informais e relaxadas a ponto de poder prejudicar a qualidade do trabalho.

É claro que cada empresa e cada caso e cada setor de negócios deve decidir o seu traje ideal. Mas é sempre fundamental prestar atenção a isso, pois o trajar condiciona comportamentos mesmo!

Portanto, pense duas vezes ao vestir-se para ir ao trabalho. Cuidado para não exagerar nas roupas da moda que possam ser incompatíveis com um ambiente que exige atenção, respeito, cooperação, etc. Digo isto porque confesso que tenho visitado empresas em que homens e mulheres, principalmente os mais jovens parecem ter perdido a noção do que seja um ambiente de trabalho. Mini-blusas, camisetas regata, saias mínimas, chinelos, etc. podem comprometer a qualidade do ambiente de trabalho. Ninguém é contra uma roupa mais leve e mais de acordo com o clima da estação. Mas é preciso conhecer-se os limites do bom senso ao vestir-se para trabalhar.

E você? E sua empresa? Como é o seu ambiente de trabalho? Como as pessoas têm se vestido para trabalhar?

Pense em maneiras de estabelecer certas “normas de vestir” (“dress-code” como dizem os ingleses) em sua empresa para que todos sintam-se mais confortáveis e o ambiente seja propício ao trabalho. Lembre-se que a maneira de vestir condiciona e muito o comportamento das pessoas e que vestir-se bem não significa usar roupas caras ou de grife. Basta bom senso.

Boa semana.
Sucesso!

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Postado por: Profº Luiz Marins
Em: 29/9/2005 as 11:58
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ZOO

Maria Cristina Mendes Caldeira que busca alucinadamente há anos a fama não conseguindo deveria montar uma fabrica e gangorras onde a própria seria a piloto de provas: onde ela senta, todos levantam...

Tetela e Zizinho Papa em circulada carioca.

Angelina Della Manna gerenciando a Collection Jóias na Rua Vitório Fasano...

Das mais cretinas a atitude do PTB de tentar retirar o processo em andamento contra o sinistro Dirceu. Mais uma piada sem graça de Roberto Jefferson, nosso garganta-profunda-caboclo que depois de criar todo esse pastelão classe B vive momentos de Paz e Amos.
Renata Junqueira circulando com novo visual graças ao bisturi mágico do plástico Carlos Toledo.

Crescem as adesões a chapa Grande Cap rumo as eleições do Clube Atlético Paulistano no mês de dezembro. Nomes de peso figurando nesta chamada “corrente pra frente” ...

Athina Onasis e o cavaleiro Doda Miranda Neto – lançando uma linha de casacos dos mais incrementados que será a coqueluche do mundo hípico trazendo no peito as iniciais do casal. Comprovem o sucesso da grife.

A artista plástica Maria Lucia Panicucci expondo seus trabalhos na Galeria de Ricardo Camargo na Rua Frei Galvão. Os temas enfocando São Paulo como o Mercado municipal, Casa das Rosas e Av. paulista são deslumbrantes.

Um renomado núcleo de médicos do Hospital Oswaldo Cruz futuramente terá endereço garantido no empreendimento campo Belo medical Center com o aval da Incorporadora IMC e Construtora Consplan.

O misto de polista e guitarrista Fabio Diniz voltou do giro relâmpago por Nova York especialmente para assistir ao show histórico dos Rolling Stones.

Novo solteiro na praça: Caco Gerdau, largando em “pole-position”.

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Postado por: Tonico Senra
Em: 29/9/2005 as 7:14
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Paz, saúde e crédito

Porque algumas pessoas conseguem ser bem-sucedidas financeiramente enquanto outras passam à vida como escrava do dinheiro? É possível viver sem dívidas? Dinheiro é problema ou solução?

O dinheiro é um dos principais elementos da modernidade para a concretização de uma Vida Financeira Saudável, fazendo reinar a Paz, a Saúde e o Crédito. Ele não é o objetivo final, mas o meio através do qual podemos suprir nossas necessidades básicas e realizar nossos desejos. Todos aqueles que não aprenderam a administrar suas vidas financeiras pessoais enfrentam grandiosas dificuldades. É o que demonstra o dia-a-dia.

Quando foi que nos ensinaram a lidar com o dinheiro? Nas escolas nos ensinam matemática, química, biologia e física. Mas como administrar nossas finanças pessoais é uma coisa que não aprendemos. A falta da disciplina “Educação Financeira nas Escolas”, melhor dizendo, “alfabetização financeira” é um dos maiores motivos que geram as crises familiares, endividamentos e infelicidades.

O Planejamento das finanças pessoais envolve uma reflexão sobre o passado, o presente e o futuro. Requer que metas com prazos e datas de execução sejam estabelecidos para que os objetivos e sonhos sejam devidamente realizados. É a trilha de um caminho que nos leva a uma “Vida Financeira Saudável”.

Nos últimos onze anos aprendi profissionalmente que buscar soluções dos problemas financeiros causados pelas pessoas não é tão fácil como imaginamos. Na maioria das vezes, observei que os problemas gerados pelo descontrole do dinheiro causam uma tristeza profunda nas pessoas, haja vista a falta do aprendizado da educação financeira.

Considerando que viver é a maior dádiva recebida de Deus, devemos aproveitar cada dia desta vida em toda a sua plenitude e a Sabedoria é a chave principal para isso. Ter sabedoria é diferente de ter conhecimentos. A sabedoria pode estar na compreensão do valor das pequenas coisas da vida; em saber viver bem com tudo o que temos e de que dispomos, elevando nosso potencial de “ser” até o limite.

Progredindo infinitamente, assim como ocorre com tudo no Universo.
Para alcançarmos uma Vida Financeira Saudável é preciso aprofundar as estratégias que envolvem a administração financeira das dívidas e as diversas maneiras de se livrar delas. O livro Paz, Saúde e Crédito traz comigo a gratidão de estar ajudando as pessoas na solução dos problemas financeiros. A obra que levei dois anos para escrever, é destinada às pessoas preocupadas, endividadas, e àquelas que necessitam ter suas vidas econômicas e financeiras bem resolvidas, iniciando uma mudança clara de comportamento dos brasileiros em relação ao dinheiro e os seus direitos.

Boa sorte, com muita paz, saúde e crédito.

boriola@portalradar.com.br

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Postado por: Cláudio Boriola
Em: 22/9/2005 as 11:06
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Como ser diferente

Todos sabemos que para vencer no mundo de hoje temos que ter uma “diferença” - uma coisa qualquer que nos diferencie das demais pessoas, da maioria.

Se formos iguais a todo mundo, não seremos reconhecidos e não teremos “valor”. O “valor” é hoje dado a alguma coisa ou a alguém que seja “diferente”, quase único.

Sempre me perguntam como se “diferenciar” hoje?
E uma das respostas que sempre dou é “seja ético, seja honesto, fale a verdade, cumpra sua palavra, cumpra horários, acalente em você os valores morais mais elevados, etc.”

Num mundo de tanta gente falsa, mentirosa, que não cumpre o que promete, que não cumpre horários, que é eticamente indefensável, as pessoas que são “certas” são de tal forma diferenciadas que vencerão por essas diferenças.

Pouca gente concordará que esses valores ainda tenham espaço nos dias de hoje. Ninguém vai dizer isso a você.
Mas, acredite, todos admiramos os verdadeiros “heróis” que ainda hoje se mantêm diferenciados por valores permanentes de ética, moral e honestidade. Repare que até você admira a “coragem” de alguém que nos dias de hoje se mantém honesto, ético e verdadeiro. É ou não verdade?

NESTA SEMANA, PENSE NISSO:
•Qual a imagem que as outras pessoas têm de mim?
•Sou visto(a) como alguém realmente honesto(a)?
•Cumpro tudo o que prometo, das grandes às pequenas coisas?
•As pessoas podem realmente confiar em mim?
Sou visto(a) como alguém “diferente” pelos valores que prego e principalmente pratico no meu dia-a-dia?

Seja “diferente”!

Boa semana.
Sucesso!

marins@portalradar.com.br

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Postado por: Profº Luiz Marins
Em: 22/9/2005 as 10:33
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Os Astros e os Negócios - 26 à 30 de setembro

Os textos abaixo apresentam as tendências para negócios e finanças. São escritos de forma objetiva e sumária, cabendo ao leitor abstrair e não se limitar estritamente ao texto. A Astrologia é um instrumento de informações, cabendo ao leitor as responsabilidades acerca das decisões tomadas.

Astrólogo responsável: Maurício Bernis.


A SEMANA de 26 à 30/09/05

Nenhuma grande mudança nos aspectos astrológicos acontece nesta semana. A Lua está minguante, indicando que o movimento geral tende a diminuição – pelo menos no ritmo. E é assim mesmo, o momento é de exame e definição de parâmetros internos, de forma a reduzir eventuais desperdícios e otimizar os procedimentos.

O signo da Lua Minguante desta semana é Câncer, de forma que os assuntos empresariais devem ser tratados sem envolvimento emocional, mais com base na realidade concreta e factual.

Mas, mesmo assim boas oportunidades podem acontecer, para quem estiver com negócios em andamento e utilizando-se de comunicação em maior escala. O fato mais marcante está na possibilidade de consolidação de negócios antigos ou iniciados há tempos.

Por outro lado, é uma boa semana para colocar documentação em ordem, fazer estudos mercadológicos e avaliações econômicas. Planejamento também é uma opção para a semana.

Na área de investimentos e aplicações financeiras, podem ser esperadas taxas normais, médias, devido à falta de surpresas no mercado. Continua sendo válido assumir riscos que até então não eram aconselháveis. Consulte a Tabela de Investimentos e a Tabela de Lua Vazia de Curso.

Lua Vazia de Curso são intervalos de tempo desaconselháveis principalmente para:

·Iniciar novos negócios
·Assinar contratos ou firmar acordos
·Tomar decisões importantes
·Fazer aplicações e investimentos novos


É sempre um período mais favorável a continuidade do que já existe, atividades rotineiras, análises e estudos internos ou isolados.




bernis@portalradar.com.br

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Na área de investimentos e aplicações financeiras, podem ser esperadas taxas melhores e mais atraentes. Os mercados tendem ao nervosismo, por isso a Bolsa e o Câmbio devem flutuar bastante. Por isso é bom evitar especulações e risco. Consulte a Tabela de Investimentos e a Tabela de Lua Vazia de Curso.

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Postado por: Maurício Bernis
Em: 22/9/2005 as 9:17
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ZOO

·A estética & beleza estão em alta, que o diga João Carlos Basílio da Silva – um mestre no assunto e presidente da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal e Cosmética. O “Espelho, Espelho Meu” é o grande responsável para a solidificação do grande mercado.

·Assisti no avião ao filme “Os 2 Filhos de Francisco”. Saí no meio...

·Mais uma que entra para o folclore brasileiro: o salário mensal de R$ 700 mil cobrado pelo cafonérrimo Raul Gil para apresentar aquela “ poluição visual “ televisiva aos sábados. Calouros, burrice e breguice – o povão merece sofrer sorrindo...

·O artista plástico Marangoni Jr. recém chegado de Portugal expondo seus trabalhos (nova fase) no Café Decor na Rua Itapura, 752.

·Jussara Abreu recebendo para jantar em torno dos filhos Alexandre e Paulo em seu apartamento dos Jardins.

·A atitude de Nelson Jobin – presidente do Supremo – mostra o reflexo de sua alma negra com asa de graúna. Pano rápido!

·Severino Cavalcanti – o gênio que fugiu da garrafa – depois dos seus 15 minutos de fama certamente será convidado a integrar a “Turma do Didi” comandada pelo humorista Renata Aragão. Riso por riso, Severino é hilário...

·A coluna descobriu que a cantora internacional Laura Fygi é dublada por Cecília Dale. Comparem a semelhança.

·A designer de jóias Mônica Gorga acaba de produzir uma peça especial: uma Mandala – misticismo e poder unindo beleza.

·A 2° Edição do Desfile Faap – Moda teve a apresentação das criações desenvolvidas por alunos do Curso de Moda da Faculdade de Artes Plásticas da Faap. Sucesso!

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Postado por: Tonico Senra
Em: 22/9/2005 as 5:52
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Dicas para expositores que querem montar um estande

Confira abaixo alguns procedimentos para que um estande numa feira seja o ponto de bons negócios


01 - Todos os revendedores e contatos da empresa devem ser convidados a uma visita ao estande.

02 - Em uma exposição internacional, a documentação em línguas estrangeiras é imprescindível. Ela deve abranger os aspectos técnicos e comerciais da empresa e de seus produtos.

03 - Por que sua empresa expõe? Para vender imediatamente? Estabelecer contatos? Obter o nome e endereço de visitantes não encontrados habitualmente?

04 - O que oferece o estande? Quais são os novos produtos? Qual seu principal atrativo? Qual a documentação proposta? Quem é técnico? Quem é o responsável?

05 - Qual é a arrumação do estande? Onde telefonar? Como acomodar alguém para uma troca de idéias mais profunda? Onde estão café, água e refrigerante?

06 - Qual a apresentação do hall da exposição? Onde ficam os bancos? As escadas? Os elevadores? O Pronto-Socorro?A praça de alimentação? Os balcões de informações básicas e legais? Os achados e perdidos? Os toaletes?

O ESTANDE
07 - Manter pessoas de alto nível no estande: vendedor, técnico, diretor e presença feminina.

08 - O estande é um ponto de vendas sem equivalente.

09 - O estande não é território nem do comprador nem do vendedor: é um território neutro, uma "terra de ninguém".

10 - O comprador chega livremente, num ambiente que estimula seus cinco sentidos.

11 - Ele se encontra em um estado de espírito particular.

12 - Para tal estado de espírito, deve haver um ambiente comercial adequado.

13 - As etapas habituais da venda devem ser repensadas.

PREPARO FÍSICO
14 - Descansar bem à noite: um dia inteiro em pé é sempre muito cansativo.

15 - Mantenha aparência discreta e bem cuidada. Roupa confortável.

16 - Use sempre o crachá. Os vendedores não identificáveis se confundem com os visitantes, ficando o estande com um ar de abandono.

FAZER COM QUE O VISITANTE PARE
17 - Estudar o fluxo de visitantes.

18 - Nunca se colocar na frente do ponto de atração do stand.

19 - Acolher com gentileza. Mostrar que está satisfeito em falar com o visitante.

20 - Manter uma atitude e uma postura que convidem o visitante a entrar em seu estande. Isto é menos simples do que parece.

Na próxima coluna, darei seqüência com novos procedimentos.
Até a próxima

João Batista de Lima
diretor - Estrutural / Francal
diretor - Ubrafe / Sindiprom


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Postado por: João Batista de Lima
Em: 21/9/2005 as 7:37
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O Brasil dos empréstimos: brasileiros fazem dívidas para pagar dívidas

Será que é possível viver no Brasil sem fazer empréstimos, comprar no crediário, pagar altas taxas de juros no cheque especial, emitir cheques pré-datados, efetuar o pagamento mínimo da fatura do cartão de crédito ou solicitar empréstimos para continuar sobrevivendo? Tudo que fizermos hoje de forma inconsciente, ao deixarmos ser levados pela falta do controle da ansiedade quando o assunto for finanças, terá um desastroso reflexo amanhã.

Desde maio de 2004, a onda dos empréstimos virou uma disputa nacional e continua atacando o bolso da maioria dos brasileiros. A facilidade encontrada para aderir ao crédito-fácil está transformando a vida de milhões de brasileiros deixando-a insustentável. A população está carente e necessita de uma educação financeira de base, e por este importante motivo, em tão pouco tempo os aposentados estão devendo quase R$ 10 bilhões às instituições financeiras.

Ouvimos diariamente os governantes falarem em práticas do social, mas esquecem que as taxas de juros são vergonhosas e variam de acordo com as opções de contratação. Para financiamentos em até seis parcelas as taxas de juros cobrados giram em média em 1,75% ao mês, e as de prazos maiores, que podem chegar aos 60 meses, ultrapassam os 4% de juros ao mês. O aposentado também tem que desembolsar a TAC — Taxa de Autorização Cadastral, que tem uma variação entre 3,5% a 5% do valor financiado e o IOF — Imposto sobre Operações Financeiras.

Os trabalhadores formais — funcionários públicos, pensionistas e aposentados — foram pioneiros na adesão aos empréstimos, que na época eram efetuados por instituições financeiras que descontavam diretamente da conta corrente com altas taxas de juros ao receber os benefícios. A modalidade utilizada hoje está assustando milhares de aposentados que acreditaram na pífia idéia lançada pelo INSS.

Quantos aposentados ingressam na Justiça para reaver as perdas salariais? Muitos ganham e comemoram a vitória, e chegam a receber em parcelas o que é devido. Outros, morrem e não conseguem sequer comemorar o gosto da vitória, a não ser lá do céu. Essa é a típica realidade vivenciada por muitos brasileiros. O Estado tem o dever e a obrigação de orientar todos os cidadãos por meio da inclusão da disciplina “educação financeira” na grade curricular para não mais ocorrer as explorações que vêm desacelerando o crescimento sustentável e fazendo as pessoas empobrecerem na miséria alimentando os cofres dos modernos agiotas do país. O sistema político e monetário brasileiro deixa as pessoas sem alternativas, obrigando-as a buscar o crédito-fácil com juros altos desestimulando-as a terem a perspectiva de uma vida financeira melhor.

Para melhorar o desenvolvimento econômico é preciso combater de verdade as injustiças sociais, gerar novos empregos, fortalecer a igualdade tanto para assalariados quanto para capitalistas. Desta forma não estaremos presenciando discursos políticos com utilização de palavras filosóficas e falsas promessas. O Brasil precisa mudar para melhor, basta você querer e fazer a sua parte.

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Postado por: Cláudio Boriola
Em: 15/9/2005 as 13:11
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Cuidado com esse tipo de colega!

Por certo você conhece colegas de trabalho que ficam fazendo “piadinhas” e debochando de outros colegas todas às vezes que esses colegas fazem uma coisa certa, são elogiados ou promovidos.

“Certinhos”; “puxa-sacos”; etc., são os termos que essas pessoas usam para ridicularizar seus colegas que participam, colaboram, fazem e acertam. Isso acontece em todos os lugares. No próprio local de trabalho, nos happy hours nos bares, no refeitório, na cafeteria.

Um dos maiores problemas das escolas são esses “colegas” que ridicularizam e ameaçam outros alunos que são bons, estudam, tiram boas notas, são aprovados. Nas escolas há até ameaças físicas por parte desses maus colegas - “vou pegar você na rua...” é um termo muito usado para intimidar as crianças e adolescentes por colegas problemáticos. De medo desses agressivos colegas, muitas crianças não contam sequer a seus pais essas ameaças e começam a ter comportamentos estranhos e a fracassar na própria escola.

No ambiente de trabalho a mesma coisa ocorre. Há maus colegas que, por pura inveja do sucesso alheio, usam de ameaças, deboche, ironias, “gozações”, piadinhas de mau gosto para intimidar colegas vencedores. Assim, sendo ridicularizados pelos maus, os bons funcionários começam a ter desempenho inferior ao que poderiam ter. Começam a ter comportamentos depressivos, sentem-se ameaçados, perdem a vontade de acertar, tudo por medo da reação crítica desses maus companheiros de trabalho. E isso pode passar despercebido pelas chefias.

Conheço empresas onde esses grupos são tão fortes e ameaçadores que fica sendo, de fato, quase proibido fazer coisas certas, alertar a empresa para possíveis problemas, colaborar com novos projetos, (quem alerta e participa é chamado de “puxa-saco”, bajulador, etc.). O ambiente fica tão “pesado” para os colaboradores mais introvertidos e “normais” que eles evitam participar, dar sugestões e não vêem a hora de ir para casa e se livrar dos maus colegas que lhes causam constrangimento.

Nesta semana, gostaria que você visse se a sua empresa não está sendo vítima dessas pessoas e desses grupos de maus colaboradores. Veja se você também não está se deixando influenciar por esses maus companheiros. E veja também se você não é desses que por inveja intimidam seus colegas com piadinhas e ironias. Esse é um jogo perde-perde. Ninguém ganha, muito menos você, visto como um intimidador invejoso que pagará seu preço quando for descoberto.

Pense nisso!
Boa Semana.
Sucesso!

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Postado por: Profº Luiz Marins
Em: 15/9/2005 as 12:56
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