Do Plano do Choro ao Plano da Ação

Você já reparou que quando as coisas vão indo bem para a gente, logo ficamos imaginando que aquilo não vai durar e que logo alguma coisa vai dar errado?

Você já reparou que quando estamos felizes com alguma coisa, logo buscamos algum pensamento que nos diga que não podemos comemorar muito que dá azar e a felicidade irá embora?

Você já reparou que quando não temos uma grande preocupação fazemos de tudo para criar algum problema para que nos sintamos preocupados?

Você já reparou que quando estamos felizes com nosso emprego, com nosso(a) namorado(a) ou esposo(a) logo ficamos minhocando alguma coisa na cabeça e começamos a pensar numa possível desgraça que irá nos acontecer e que nos fará perder o emprego, a pessoa amada, etc.?

Você já reparou, na vida da gente, quantas vezes a bola está na área e, sem sabermos a razão, atrasamos a bola da vida para o meio do campo em vez de chutar para o gol?

Por que isso acontece? Por que não nos achamos merecedores de um pouco de felicidade? Por que achamos que sempre alguma coisa de pior vai nos acontecer? Por que, quando nossa empresa vai bem, achamos que o segundo semestre será pior? E se estamos ruins achamos que vai piorar? Por que choramos tanto?

Psicólogos procuram entender esses comportamentos e quase sempre os textos acadêmicos mostram que eles são fruto da baixa auto-estima. A nossa baixa auto-estima nos faz acreditar que não somos merecedores de nada que seja bom. A nossa baixa auto-estima nos faz ter um grande sentimento de culpa quando nos sentimos felizes. “Como podemos nos sentir felizes num mundo com tanta violência e desigualdade?” nos diz a consciência punitiva ao menor sentimento de alegria e felicidade. “Cuidado! Não se entregue, não se envolva, não se comprometa demais com ninguém, com seu emprego ou com uma causa, pois, com certeza, você sofrerá uma grande decepção”, nos avisa o subconsciente ao menor sinal de que estamos empolgados e felizes com alguém, com nosso emprego ou com alguma causa.

As causas da baixa auto-estima das pessoas podem estar numa educação repressora e punitiva ou mesmo em outras experiências negativas de vida, não importa. O importante é que tomemos consciência dos males que uma baixa auto-estima não trabalhada e enfrentada pode nos causar e tirar de nossa mente qualquer idéia de que não somos merecedores da alegria, da felicidade, do bem-estar, de um bom emprego, de uma vida familiar feliz, enfim, do sucesso.

O Brasil de hoje, como disse o publicitário Nizan Guanaes, será dividido em dois tipos de empresários: Os que choram... e os que vendem lenços.

Fui convidado para discutir a crise do setor industrial numa cidade do interior de São Paulo. Um empresário foi me esperar no aeroporto. Tínhamos tempo e ele me convidou para visitar a sua empresa. Quando lá cheguei, vi uma indústria trabalhando em três turnos. As instalações da indústria ao lado haviam sido alugadas por esse empresário para aumentar sua produção. Ele estava exportando para a China, Rússia, Estados Unidos e Europa. Não me contive e perguntei:

- Espere um pouco! Não viemos discutir aqui a “crise” do seu setor?

Ao que ele me respondeu:

- “Crise para os outros. A verdade é que nós estamos sabendo da globalização e do aumento da competitividade há quanto tempo? Por isso viemos nos preparando. Já há alguns anos fazemos programas de qualidade e produtividade e nos preparamos para este momento. E os outros? A verdade é que enquanto nós trabalhávamos 12 horas por dia em direção à modernidade, os outros empresários da cidade formavam comissões para falar com deputados, secretários e ministros pedindo proteção ao setor.... Hoje estão todos quebrados. Não entenderam o tempo em que estamos vivendo.”

Esta história tenho visto repetir-se em inúmeros setores empresariais em todo o Brasil. Há os que choram e os que vendem lenços.

Agora não é hora de pedir proteção ao governo ou a quem quer que seja. É hora de mudar. É hora de acreditar que as mudanças no mundo e no Brasil vieram para ficar e vão ser a cada dia mais rápidas e radicais. Depois que estivermos falidos não adianta culparmos a globalização ou o “dumping social” da China, ou mesmo Deus pelo nosso fracasso.

Mude enquanto é tempo. Mude enquanto há tempo. É preciso passar do plano do choro para o plano da ação.

Pense nisso. Sucesso!

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Postado por: Profº Luiz Marins
Em: 27/3/2007 as 7:09
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• Plagiando o meu amigo Fausto Silva que lançou em seu programa dominical “A Dança dos Famosos “ – a Hípica Paulista apresenta “A Noite dos Famosos “ com aulas de dança para associados. Na área gastrônomica o clube conta agora com assessoria de Maria Emília Quartim Barbosa.

• Walter Abreu segue para Punta Del Este ciceroneado pelo colega - o plástico uruguaio Pedro Robledo.

• O joalheiro Guido Tadini lançando coleção de brincos esportivos com o tema “ Vênus “.

• Cláudia Chaves em temporada carioca de 20 dias.

• Alexandre Husni recebendo para almoço em seu escritório da Rua Canadá em torno de importante grupo empresarial.

• É de Lázaro Tribst o projeto da nova loja de Arthur Bernardini no Shopping Jardim Sul que trará novidades no setor eletrônico.

• A franjinha usada por Tony Ramos que vive o personagem milionário Antenor na novela global das 9 – Paraiso Tropical, teve como inspiração as melenas do ex-mecenas das artes Edmar Cid Ferreira.

• Os chatíssimos “caras pintadas “ voltaram às ruas não para protestar contra a corrupção do governo Lula mas contra a simples visita do presidente Bush. Estão como sempre na contra-mão da história ...

• A excelente designer de jóias Juliana Scarpa à todo vapor com seu novo escritório na região dos Jardins tendo como assessora a experiente Vera Cardamone.

• Heitor Gualberto ( leia-se Haras Paulista )promovendo no Helvetia disputado Torneio de Polo contando com vários times competitivos.

• O Sesc São Paulo – que tem a griffe Abram Szajman – e o Consulado da Polônia apresentando o espetáculo teatral Carmen Fúnebre , na rua central do Sesc Pompéia.

• Maria Rita Guimarães Fernandes recebe em seu novo apartamento grupo de amigas para comemorar seu aniversário.

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Postado por: Tonico Senra
Em: 22/3/2007 as 12:32
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Do emprego que temos para a empresa que sonhamos ter

Ricardo ficava vendo o seu patrão não ter horário para chegar. Ana Rita pensava na vida boa que levava a dona da loja em que trabalhava. Oswaldo via seu patrão abrindo mais uma empresa. Esther queria deixar de ser funcionária pública e abrir uma empresa de eventos... Os quatro confessaram que esses desejos aumentavam justamente quando estavam em férias. Os vinte ou trinta dias longe da empresa ou do serviço público lhes aguçava o desejo de liberdade que, por certo, a vida de patrão, de empregador, lhes proporcionaria. Os quatro criaram coragem. Largaram seus empregos. Tornaram-se, enfim, donos de seu nariz, como diziam.

Ricardo abriu uma lanchonete num pequeno salão que tinha herdado de seu pai. Pegou seu fundo de garantia e ajeitou o salão, comprou o freezer, balcão, forno, mesas, cadeiras e que tais. Queria fazer tudo muito certo, pois criticava seu patrão por sonegar algumas taxas municipais. Para abrir a empresa procurou um escritório de contabilidade e ficou absolutamente estarrecido com as exigências da burocracia e quase teve um enfarte quando chegaram as contas dos impostos, taxas e licenças de funcionamento de sua micro lanchonete.

Ana Rita resolveu vender de porta em porta. Tirou o dinheiro da poupança e comprou o primeiro lote de roupas infantis e partiu para a luta. Saía cedo de casa e bairro por bairro, quadra por quadra, casa por casa, oferecia seu pequeno estoque a donas de casa, mães e avós de prendas domésticas.

Oswaldo abriu uma oficina mecânica. Usou as parcas economias de sua mulher Lena e comprou um kit de ferramentas usado e um macaco hidráulico de um velho tio, com quem aprendera na adolescência os rudimentos da mecânica de automóveis. Para não pagar impostos, começou numa garagem camuflada nos fundos da casa de seu cunhado André.

Esther abriu a sua tão sonhada empresa de eventos. Não precisava quase nada. Só um folheto de propaganda mostrando sua experiência em coordenar os eventos de sua repartição e um telefone, bastariam.

Dois anos se passaram...

Acusando-o de exigir horas extras em demasia, o único funcionário que tinha foi à justiça do trabalho e conseguiu uma indenização que acabou com o pouco que Ricardo havia ganho. O fiscal sanitário exigia uma nova pintura e azulejos até o teto em sua lanchonete. A receita mal dava para pagar a conta de luz, sempre alta, graças ao forno elétrico, à chapa, à torradeira, ao freezer, etc. Atolado em dívidas com fornecedores e o fisco, Ricardo queria vender sua lanchonete. Era quase impossível, pois as dívidas eram maiores que o valor que ofereciam à sua empresa.

Esther fez cinco eventos nesses dois anos. No primeiro teve um lucro muito bom. Só com ele comprou um novo carro e trocou seu velho fogão. No segundo evento, teve um pequeno problema com um fornecedor. Era um músico que simplesmente não apareceu no dia combinado. O terceiro evento novamente foi um grande sucesso. Graças a ele, Esther foi indicada para os outros dois. De um deles levou calote. O cliente alegou que estava tudo muito mal feito e se negou a pagar. Sem contrato assinado e sem empresa legalmente constituída, a justiça nada pode fazer, disse-lhe um advogado. Esther honrou seus compromissos com os fornecedores e ficou seis meses com problemas de depressão.

Oswaldo estava esgotado. Trabalhava sete dias por semana, de domingo a domingo. Os clientes queriam seus carros prontos e pouco se importavam com o descanso semanal de Oswaldo. Sua mulher reclamava. Os filhos diziam-se órfãos de pai vivo. Certo dia, após sentir uma dormência em seu braço esquerdo, teve uma ordem médica para parar por quinze dias. Como não tinha previdência, nem auxílio doença de alguma fonte, nem empregados que pudessem continuar o seu trabalho, teve que fechar a oficina. Indenizou seu cunhado André pelo estado em que havia deixado o local e ficou sem dinheiro.

Ana Rita deu-se muito bem. Ganhava bem e sua clientela aumentava. O único problema que a atormentava era a sua clandestinidade fiscal. Vivia com medo que alguma cliente invejosa a denunciasse.

O que aconteceu de errado com Ricardo, Oswaldo, Ana Rita e Esther?

Nada de errado. O erro está no simples fato de que os quatros não tinham a real noção do que é ser empresário, empreendedor de si próprio. Eles não se aperceberam, sequer, que seus sonhos foram acalentados em vinte ou trinta dias de férias pagas por alguém que enfrentou e enfrenta os mesmos problemas que eles enfrentaram ao optar pelo vôo solo. Eles criticavam o convênio saúde que a empresa em que trabalhavam lhes oferecia e não se atentaram para a realidade de que, como empresários, eles próprios teriam que arcar com seus convênios de maneira integral. Eles simplesmente não imaginavam a enorme carga tributária, os entraves burocráticos, as ações trabalhistas, os achaques de corruptos fiscais e tudo mais que uma anônima e insensível máquina governamental impinge aos empresários de qualquer tamanho. E eles jamais pensaram nos que não pagam, não cumprem seus contratos escritos ou verbais e os que não temem a justiça e a desafiam como modo de viver.

Assim, antes de deixar o seu emprego, seguro ou não tão seguro, mas que permite que você vá para casa; tenha finais de semana com a família e freqüente os aperitivos com seus amigos aos sábados pela manhã no bar de seu bairro; tire férias e até fale mal do seu patrão; pense se você tem a necessária garra e a gana de enfrentar o desconhecido; de cair inúmeras vezes e começar de novo a caminhada. Pense se você tem estômago para enfrentar empregados desleais que fazem os leais e honestos desaparecerem à sua vista. Pense se você tem a coragem de pensar grande e ver no horizonte a luz de seu sucesso, mas que para chegar lá terá que atravessar caminhos nem sempre agradáveis. Pense se você tem a fibra de um empreendedor!

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Postado por: Profº Luiz Marins
Em: 19/3/2007 as 5:51
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• Silvia e João Carlos Paraíso curtiram as praias de Trancoso.

• Pelo andar da charrete: os lúcidos conselheiros da Sociedade Hípica Paulista não aprovarão um tremendo “ mico preto “ : um convênio com um futuro condomínio em Sumaré, onde a recíproca não será verdadeira os condomínos-proprietários terão livre acesso ao clube paulista sabendo que os associados do mesmo jamais irão a este “Camel Trophy”, passando pela Tribo Sioux, o Forte Apache, para tomar um café com Billy “The Kid”. Muita poeira, para poucos mocinhos. Aiô Silver...

• Novo clonado na praça: o simpaticíssimo Raul Gomide não pode sair a luz do dia que é confundido com o baixinho da Kaiser. Confiram!

• A fada-madrinha apareceu para Lula – à doré – concedendo três desejos que forma rapidamente pedidos pelo presidente: 1º quero ser Hugo Chaves! 2º quero continuar sendo Hugo Chaves! 3º quero “forever” ser Hugo Chaves! A fada chorou...

• O haras do polista Silvo Novaes em Bebedouro hospedou inúmeros adeptos do esporte inclusive jogadores internacionais para a clínica de Polo. Detalhe: com direito a aulas didáticas.

• Ellen Gracie – presidente do Supremo Tribunal Federal dentro da sua visão “Stevie Wonder” não acha que o momento seja agora no calor da emoção com a morte bárbara do menino João Hélio no sentido de evitar discussão da segurança. Quando será o momento?

• Vocês se lembram quando Pascoal Lamy – diretor da Organização Mundial do Comércio – ficou perplexo com o pouco caso dado a nosso dinheiro pelos parlamentares brasileiros – que foram fazer turismo em Genebra e chegaram atrasados a conferência sobre o futuro da Rodada Doha e os impasses comerciais. Pois saibam que este é um ritual entre os nossos representantes.

• Ita Rodrigues oferece almoço – só de mulheres – em seu apartamento dos Jardins.

• Nasceram Isabela e Manuela – as gêmeas de Priscila e Pedro Menin.

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Postado por: Tonico Senra
Em: 12/3/2007 as 6:46
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Homenagem da Confraria das Amigas do Vinho da Paraíba

Já se passaram alguns anos, desde aquele fatídico 8 de março de 1857, em Nova Iorque. Naquela data centenas de mulheres morreram queimadas, porque exigiam que os seus salários fossem iguais aos dos homens que realizavam o mesmo tipo de trabalho.

No Mundo de Baco, respeitando as devidas proporções, as mulheres também sofreram discriminações. Em seus períodos menstruais, eram proibidas de entrar nas vinícolas, porque diziam os homens: “elas nestes dias, estragam os vinhos”. Atualmente, a mulher enóloga conquistou o seu lugar no mundo de Baco (não é a toa que ele é retratado por muitos artistas, com jeito afeminado) e pelo seu jeito peculiar de ver e sentir aromas e sabores é a cada dia mais requisitada por grandes empresas vitivinícolas.

No mundo todo enólogas se destacam e realmente fazem a diferença nesse competitivo universo. Há quatro anos atrás, fundei junto com algumas amigas, a Confraria das Amigas do Vinho da Paraíba. Foi uma realização inovadora, pois no Nordeste do Brasil, não existe ainda uma confraria semelhante. Tenho sofrido preconceitos? Claro, a minoria dos homens, os conhecidos “enochatos”, se acham os “donos da verdade” e me aceitam “na marra”.

Tenho conseguido muitas adeptas e graças a um esforço enorme, vou levando a nossa Confraria rumo a novas descobertas e a novos vinhos. Tenho a grata satisfação de informar que até no Clube dos Amigos do Vinho, outro clube de amantes do vinho na Paraíba, a maioria dos associados são mulheres. Imitando o técnico Zagalo (apesar de não gostar da dura e esdrúxula expressão) ouso até afirmar: eles vão ter que me engolir.

Neste, 8 de março de 2007, Dia Internacional da Mulher, deixo aqui a minha homenagem a essa figura forte e poderosa, que consegue ser mãe, esposa, amante, companheira, amiga e acima de tudo mulher. Bodas de Caná e a figura da mulher Na mais famosa Boda do mundo, as Bodas de Caná, quando o vinho se acaba, Maria, a mãe de Jesus, lhe diz: “Eles não têm mais vinho”. Jesus lhe respondeu dizendo: “mulher, que temos eu e tu com isso? Ainda não chegou a minha hora”. Quando Jesus, no lugar de mãe usa a palavra mulher, é porque ele naquela hora, não está se dirigindo apenas a sua mãe, e sim a mulher criadora, a célula máter de tudo e de todos. Minha homenagem especial às mulheres que lutam e divulgam a bebida dos deuses.

Eis os nomes de algumas delas:

1. Madame Pompadour; amante de Luis XV, ela enaltecia o champagne e dizem que o formato das tacas de champagne foram inspiradas nos formatos de seus peitos

2. Jancis Robison (inglesa) Master of Wines
3. Corinne Mentzelopoulos (França)
4. Rosana Wagner (Brasil)
5. Silvia Tomé (Espanha)
6. Vidalina Gavlosky (Alemanha)
7. Victoria Paricio (Espanha)
8. Mônica Rossti (Brasil)
9. Lilyane Weston (Inglaterra)
10. Ángel Mendoza (Argentina)
11. Beatriz Da Ros (França)
12. Vanesa Perini (Brasil)
13. Anne Bordenave ( França)
14. Chattal Comte (França)
15. Susana Balbo (Argentina)
16. Victoria Benavides (Espanha)
17. Estela de Frutos ( Uuruguay)
18. Cristina Pandolfi (argentina)
19. Susana López (Espanha)
20. Anai Delgado (Espanha)
21. Helena Lindberg, ( Suécia)
22. Sandra Tavares da Silva (Portugal)
23. Cristina Neves (Brasil)
24. Maria Isabel Mijares (Espanha),
25. Vanina Lemolle (Argentina)
26. Sophie Jamin Changeart
27. Cristina Pandolfi (Argentina)
28. Anabel Pascual.
29. Maria Lúcia (Brasil – Rio de Janeiro)
30. Angel Vespa (Argentina)
31. Messina Palmeira (Brasil- Paraíba)
32. Gina Gallo (Estados Unidos)
33. Cláudia Stefenon (Brasil)
34. Caterina Viña Migliardo (Uruguay)
35. Juciane Casagrande (Brasil)
36. Cecília Guianbruno (Uruguay)
37. Adriana Guianbruno (Uruguay)
38. Adriana Goyeneche (Uruguay)
39. Lucinara Maciero (Brasil)
40. Fabiana Braco (Uruguay)
41. Adriane Biasoli (Brasil)
42. Silvina Pooli (Brasil)
43. Ita Porto (Brasil - Paraíba)
44. Baronesa Philippine de Rothschild do famoso Château Mouton (França)
45. A Veuve (viúva) Clicquot (França)
46. Antonia Ferreirinha (Portugal)
47. Lily Bollinger
48. Maria de Fátima Teixeira (Portugal)
49. Lilyane Weston (Inglaterra)
50. Cláudia A. Stefenon (Brasil)
51. Sandra Zottis (Brasil)
52. Beatriz Da Ros (França)
53. Isolda Paes (Brasil)
54. Nicole Thomé (Brasil)
55. Paula Gajardo (Chile)
56. Victoria Pariente (Espanha)
57. Victoria Benevides (Espanha)
58. Maria de la Luz Marín (Chile)
59. Carolina Asrnello ( Chile)
60. Margarida Cabaço (Portugal)
61. Naura (Brasil)
62. María José Zañartu (Chile)
63. Isanete Bianchetti Tedesco (Brasil)
64. Cecilia Lamantía (Argentina) 65. Constanza Schwaderer (Chile)

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Postado por: Messina Palmeira
Em: 7/3/2007 as 11:33
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Abaixo a “Lei de Gérson”!

Pesquisa realizada pela Interscience e divulgada durante o 1o. Congresso Brasileiro de Pesquisa realizado em março de 2004 e publicada como reportagem pela revista Meio & Mensagem mostra o que pensa o brasileiro, quais os seus valores.

“O trabalho listou oito principais valores que compõem a identidade nacional: trabalho, honestidade, amizade, solidariedade, humildade, romantismo, alegria e competências (como inteligência e talento). Os valores pessoais se refletem também na forma como os consumidores avaliam a identidade corporativa da empresa, explica Paulo Secches, diretor da Interscience”.

A maior surpresa foi a de que, na verdade, o brasileiro abomina a “Lei de Gérson” - a que afirma que o brasileiro “quer levar vantagem em tudo”, mesmo que isso signifique desrespeitar princípios de honestidade e ética.

E a pesquisa ainda mostra o que o brasileiro mais critica na atitude das pessoas. O brasileiro não gosta de pessoas arrogantes, antiecológicas, frias, indiferentes, gananciosas, materialistas, bagunceiras, individualistas, possessivas, autoritárias, intolerantes e oportunistas.

É importante conhecer esta pesquisa porque muitas vezes temos uma idéia errada dos valores do brasileiro que somente uma pesquisa séria como esta pode esclarecer.

Esse conhecimento deve nos levar a questionar o que devemos fazer como empresa e como devemos agir para conquistar esse consumidor brasileiro com os valores que realmente possui.

Nesta semana, pense nisso. Analise bem esta pesquisa e acredite nela mudando a sua visão do brasileiro.

Boa Semana. Sucesso!

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Postado por: Profº Luiz Marins
Em: 5/3/2007 as 7:37
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ZOO

• Jorge Papa - que reside em Nova York - passando a trabalhar em um cargo de ponta na L’ Oreal Internacional.

• Inês e Lúcio Rangel compraram casa em Iporanga e decoração à cargo de Ita Rodrigues

• Arnaldo Diniz festejando mais um aniversário.

• Para substituir a tradicional frase muito usada no dia a dia de bala perdida usaremos “bala encontrada” porque a mesma sempre encontra em seu caminho um inocente.

• Frase da semana: pior que o Big Brother somente pronunciamentos de Aldo Rebelo, conhecido como a “patativa do agreste”...

• No Toyota-Caffe: Roberto Della Manna e Renato Moraes Dantas.

• Vera e Alexandre Husni prolongando o mês por Miami.

• Octavio Neto em nome do grupo Radar de Comunicação convidou para II Trade Fairs & Events Mee – um evento para reunir e fortalecer o setor de turismo, negócios, feiras e eventos no Maksoud Plaza.

• A coluna aceita apostas: o “Mico” Ronaldo que trocou o Real Madrid pelo Milan afirma que desta vez vai! Vai mesmo, para balada, descobrindo mulheres em busca do estrelato, muito vinho e pouco futebol. O cotidiano...

• O reflexo da cultura brasileira pode ser medido através do besteirol que é Big Brother. São muitos ignorantes juntos nas trevas. Não é de causar espanto o Governo de Lula à Doré.

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Postado por: Tonico Senra
Em: 1/3/2007 as 13:11
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Os Astros e os Negócios - de 05 à 09/03/07

Os textos abaixo apresentam as tendências para negócios e finanças. São escritos de forma objetiva e sumária, cabendo ao leitor abstrair e não se limitar estritamente ao texto. A Astrologia é um instrumento de informações, cabendo ao leitor as responsabilidades acerca das decisões tomadas.

Astrólogo responsável: Maurício Bernis.


A SEMANA de 05 à 09/03/07

No sábado aconteceu um Eclipse Lunar em Virgem. Isso indica uma semana que requer cuidados mais acurados, ou seja, é melhor não se arriscar nem agir por impulso. Há assuntos ocultos, ou informações que não estão sendo plenamente distribuídas.

Para negócios é um tempo de atenção e conservadorismo. Não há porque se arriscar.

Por outro lado, na quinta-feira Mercúrio retoma seu movimento direto, trazendo um novo ritmo para os trabalhos de natureza burocrática e também mais facilidades para as comunicações.

Outros importantes aspectos astrológicos indicam um momento de novidades e exageros. As novidades podem ser positivas, desde que as expectativas não sejam acima da realidade. É importante manter os pés no chão em momentos como este.

Acontecem também aspectos favoráveis a concretização ou consolidação de acordos e contratos. Também facilitam os acertos e ajustes financeiros. Mais fortes na quinta e sexta-feira.

Na área de investimentos e aplicações financeiras, a semana é positiva, com inversões logo no início e tensões no final. Os mercados tendem a sofrer pressões especulativas, mas a fase em geral é boa. Consulte a Tabela de Investimentos e a Tabela de Lua Vazia de Curso.

Lua Vazia de Curso são intervalos de tempo desaconselháveis principalmente para:

•Iniciar novos negócios
•Assinar contratos ou firmar acordos
•Tomar decisões importantes
•Fazer aplicações e investimentos novos


É sempre um período mais favorável a continuidade do que já existe, atividades rotineiras, análises e estudos internos ou isolados.




bernis@portalradar.com.br

*O contéudo desta coluna é de total responsabilidade do colaborador que a assina.
Na área de investimentos e aplicações financeiras, podem ser esperadas taxas melhores e mais atraentes. Os mercados tendem ao nervosismo, por isso a Bolsa e o Câmbio devem flutuar bastante. Por isso é bom evitar especulações e risco. Consulte a Tabela de Investimentos e a Tabela de Lua Vazia de Curso.

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Postado por: Maurício Bernis
Em: 1/3/2007 as 7:17
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