Amar não é fazer

Talvez um dos maiores equívocos em que incorrem as pessoas é confundir amar com fazer.

Muitos pais oferecem como prova do amor por seus filhos uma coleção de coisas que por eles fizeram ou que por eles deixaram de fazer.

Assim, é muito comum vermos mães dizendo para um filho adolescente:

" - Viu como sua mãe ama você? Corri o dia inteiro por sua causa! Fiz seu lanche, comprei a roupa que você queria, lavei suas meias, passei suas camisas, fiz aquele bolo que você tanto gosta. E você nem reconhece, nem liga! Faço tudo isso porque amo você!"

Todo o serviço é louvável e é claro que prova o amor dos pais a seus filhos. Mas, o que o filho realmente deseja, é afeto expresso na atenção, no ouvir, no conversar com franqueza, no levar a sério as opiniões, enfim, no ser tratado como alguém que merece consideração e respeito. Os serviços cheios de amor devem ser complementos do afeto.

Pais que “fazem”, mas não "são", sentem-se frustrados ao saber que os filhos não têm consideração pelos seus esforços. Não é um pai-fazer, uma mãe-fazer que um filho quer. Ele quer um pai que converse com ele, que o ouça, que tenha um pouco de tempo, mas que esse tempo seja totalmente dedicado a ele, filho. Os filhos e filhas compreendem muito facilmente as dificuldades que os pais têm com relação a tempo, trabalho, condição financeira, desde que tenham afeto, sintam-se queridos, e não apenas chamados de “queridos” e ignorados o tempo todo.

Esta sociedade de consumo, do “fazer” ao invés do “ser”, “coisificou” o amor.

A mesma verdade ser aplica ao relacionamento marido-mulher e mulher-marido. Amar o marido é ser para ele uma pessoa que some, que agregue, que discuta, opine, decida junto. Da mesma maneira o marido. De nada adianta suprir a casa com dinheiro e bens materiais abundantes ou "cobrir a esposa de presentes" se ele não for para a mulher, um ser que some, que agregue, que com ela discuta, que a ouça, que valorize os seus problemas e que tenha por ela todo o respeito, no melhor sentido do termo. De nada adianta fingir que considera a mulher, se de fato a trata com um ser inferior. É comum ouvir maridos referirem-se às suas esposas dizendo: "- Coitada, ela não entende muito bem essas coisas...". Ora, quem se refere dessa forma à sua esposa, não pode considerá-la a ponto de amá-la e querer fazê-la feliz.

E o "amar não é fazer" vale também para os filhos em relação aos pais. Não basta cuidar da saúde dos pais velhos e inscrevê-los num plano de saúde. Não basta dar dinheiro aos pais idosos. É preciso “ser” para os pais, visitá-los, conversar com eles, respeitar e reconhecer pelo "ser" e não pelo "fazer", o valor, a sabedoria, a experiência e as próprias limitações dos pais. Amar dar afeto sincero. Amar é “ser” e não “fazer”.

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Postado por: Profº Luiz Marins
Em: 30/4/2007 as 7:26
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Os Astros e os Negócios - de 30/04 à 04/05/07

Os textos abaixo apresentam as tendências para negócios e finanças. São escritos de forma objetiva e sumária, cabendo ao leitor abstrair e não se limitar estritamente ao texto. A Astrologia é um instrumento de informações, cabendo ao leitor as responsabilidades acerca das decisões tomadas.

Astrólogo responsável: Maurício Bernis.


A SEMANA de 30/04 à 04/05/07

É Lua Cheia em Escorpião, trazendo mais força para as transformações que sejam necessárias ao bom andamento dos negócios. É tempo de trazer à tona os problemas para que as soluções também sejam apresentadas.

Trata-se de uma excelente época para comercializar ou negociar aqueles produtos ou situações consideradas difíceis ou complexas. A facilidade está se apresentando.

O feriado de terça-feira dá uma quebrada no ritmo, mas mesmo assim, a semana tende a prosperidade e ao aumento de ganhos. É só trabalhar com dedicação e dirigir esforços e recursos na reciclagem daquilo que precisa ser mesmo mudado.

De quarta-feira em diante, com a conjunção do Sol com Mercúrio, há uma grande ampliação nas possibilidades comerciais, facilitando todo tipo de reunião, conversa e viagens de negócios. Quem puder que aproveite para fazer bons negócios.

Na área de investimentos e aplicações financeiras, o momento é bem positivo, com ampliação das taxas e boas reversões nas Bolsas. Por isso, para quem quer ganhar um pouco mais do que habitualmente, é só prestar atenção aos sinais. Arrisque-se um pouco mais. Consulte a Tabela de Investimentos e a Tabela de Lua Vazia de Curso.


Lua Vazia de Curso são intervalos de tempo desaconselháveis principalmente para:

•Iniciar novos negócios
•Assinar contratos ou firmar acordos
•Tomar decisões importantes
•Fazer aplicações e investimentos novos


É sempre um período mais favorável a continuidade do que já existe, atividades rotineiras, análises e estudos internos ou isolados.




bernis@portalradar.com.br

*O contéudo desta coluna é de total responsabilidade do colaborador que a assina.
Na área de investimentos e aplicações financeiras, podem ser esperadas taxas melhores e mais atraentes. Os mercados tendem ao nervosismo, por isso a Bolsa e o Câmbio devem flutuar bastante. Por isso é bom evitar especulações e risco. Consulte a Tabela de Investimentos e a Tabela de Lua Vazia de Curso.

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Postado por: Maurício Bernis
Em: 26/4/2007 as 14:26
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Aconteceu

Discussões
A (eterna) briga macroeconômica no Brasil — que vai de taxas de juros, aperto fiscal à política cambial — foi uma das pautas do 6º Fórum Empresarial que aconteceu na Ilha de Comandatuba (BA) e terminou no último dia 22. De um lado, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central (BC), que mantém os juros reais do país no maior patamar do mundo, sorria. A cada crítica da mesa-redonda com os 700 empresários e autoridades participantes, Meirelles sorria convicto de que só há “elogios à política econômica”, e afirmou ainda que o momento econômico pelo qual o Brasil passa é uma “oportunidade histórica que o país tem para se integrar mais à economia mundial, para modernizar o mercado e a legislação”. Por outro lado, Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), disse que o país peca pelas altas cargas tributárias, hoje em 44% do Produto Interno Bruto (PIB), e defendeu o fim da CPMF. Skaf voltou a falar sobre a perda de competitividade que o câmbio provoca à competitividade do Brasil no exterior e insististiu que o governo deveria ter como meta resolver as questões que emperram o crescimento do país, como as reformas estruturais (tributária, previdenciária, política, trabalhista). Pelo que parece, todo mundo concorda com Skaff, sobre a necessidade de crescimento menos o presidente do Banco Central.

Transformações

Após dois anos à frente da Ocean Air, Carlos Ebner (ex-Varig) está deixando a empresa. Grandes transformações irão acontecer com sua saída, a principal delas, é que, o próprio presidente do Grupo Sinergy – que controla as empresas Avianca e Ocean Air – German Efromovich, é quem vai assumir o cargo. A segunda mudança, fica para a expansão dos vôos internacionais que passam a ser para Luanda, Lagos e México.



Bem movimentado

A semana foi bastante agitada para o Turismo de Negócios em São Paulo. Foram aproximadamente seis eventos de grande porte trazendo empresários do Brasil – e porque não dizer do mundo? – e beneficiando a economia. Eventos como a Abrin, Bijóias, Expovinis, intermodal, entre outras movimentaram a hotelaria, a gastronomia, as compras e o transporte paulistano. Prova disso, foi o trânsito caótico que se superou além do normal.

País tropical

A Expovinis que aconteceu esse ano nos dias 24 e 26 de abril de 2007, no Prédio da Bienal do Ibirapuera mostrou seu crescimento, além de trazer uma variedade enorme de produtos. Diferente de feiras em outros países que costumam ser muito “regionais”, nosso Brasil se superou mostrando o que há de bom aqui dentro e fora das terras tupiniquins. O único problema foi o calor que acometeu o espaço de eventos na quarta feira. O calor era tanto, que mesmo após as 20h podíamos facilmente “trombar” com algum dos trabalhadores da feira carregando ventiladores de um lado para o outro, além, é claro, de ouvir os visitantes reclamando.

Pequeno grande evento

Grande parte das empresas que dão força ao PIB brasileiro estiveram presentes no maior evento da América Latina para as áreas de comércio exterior, logística e transporte internacional, além de prestadores de serviços para esses setores. Durante a Intermodal, essas empresas mostraram que apesar de todas as dificuldades, o Brasil tem força nas exportações e importações. E se o governo não atrapalhar, o país consegue vencer os entraves de comércio exterior (como greves, dificuldades alfandegárias) e pode alcançar um patamar melhor nas entregas “porta a porta”. Quem acompanha a feira desde sua primeira edição, pode pensar que a feira diminuiu por ocupar apenas três dos pavilhões do Transamérica Expo Center . Porém, o que aconteceu foi uma fusão com a Transnacional tornando o evento bem mais compacto e organizado. A feira também cresceu em número de expositores, além de, muitas das empresas que, fora do Brasil são grandes concorrentes, se uniram e ocuparam um mesmo espaço na feira para trabalhar na América do Sul.

Curtas...

. O Grupo Dallas, masterfranqueado da Budget e da Avis no Brasil tem agora uma sede nova na Rua Tito, 66 – Vila Romana.

. A Ana Import, importadora de vinhos 100% baiana, lançou no ano passado o malbec CHICLETEIRO e esse ano chega com O CANTADOR, um vinho sem carvalho, jovem, fresco e frutado.

. Restaubar chegou à sua segunda edição encorpada e com grandes planos para o futuro. A edição de 2008, que já está marcada para acontecer entre 07 e 09 de abril, irá agregar o segmento de Casas Noturnas, muito forte na cidade paulistana.

. Intermodal se une à Couromoda e ao São Paulo Fashion Week e adota programa de gestão ambiental.

. E a melhor da semana. Quem disse que PAC significa Programa de Aceleração do Crescimento?! Ouvi dizer por aí que o verdadeiro significado da sigla é Programa para Alcançar a China!!

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Postado por: Octavio Neto
Em: 26/4/2007 as 14:03
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Os desafios da comunicação interna e da motivação na empresa brasileira

A consultoria americana Proudfoot Consulting pesquisou 325 organizações em 19 países tendo ouvido mais 800 executivos sendo 106 brasileiros, todos ocupantes de posições de comando. A reportagem sobre a pesquisa foi publicada no jornal Valor Econômico de 25 de setembro de 2006, p.D6 de autoria de Andréa Giardino.

A pesquisa mostrou uma situação crítica em relação à comunicação interna nas empresas. Poucos são os chefes que conseguem comunicar de forma clara as diretrizes e estratégias a seus colaboradores. Isso tem comprometido, de forma contundente, a produtividade. 13% das empresas brasileiras apresentaram queda de produtividade. A pesquisa indica que 38 dias por ano são perdidos e 39% das respostas obtidas aponta como causa principal a comunicação interna.

“O alto escalão sente dificuldades na hora em que precisa transmitir aos funcionários quais são as metas organizacionais e como elas devem ser atingidas”, diz Manfre Stanek, presidente da consultoria. Para resolver esse grave problema de comunicação interna, a solução apontada pelos dirigentes pesquisados foi o aumento de investimentos em treinamento tanto dos chefes quanto dos funcionários em geral, o que mostra, no Brasil, a consciência da falta de preparo dos executivos.

“Além dos problemas de comunicação, os executivos brasileiros vêem a falta de motivação como um ponto preponderante na queda da produtividade” diz a articulista do Valor Econômico. Na pesquisa, a falta de motivação aparece em segundo lugar com 38% das respostas. Esses resultados, segundo a consultoria mostram que o executivo brasileiro deixa muito a desejar. Ele parece não ser capaz de engajar pessoas nos objetivos e metas da empresa.

“E não falamos aqui apenas de salário”, ressalta Stanek à entrevistadora. “Boa parte sente falta de um feedback do chefe, positivo ou negativo, e não vê, na maioria das vezes, o reconhecimento de seu trabalho”. Ao final da entrevista, o presidente da Proudfoot faz uma afirmação que vale a pena ser citada: “Ainda há um enorme espaço para ganhos de produtividade nas empresas brasileiras, uma exigência da crescente globalização e da necessidade de viabilizar um modelo de crescimento com abertura econômica”, diz ele. “Ao contrário de outros países mais avançados, o setor privado brasileiro precisa investir mais em treinamento e qualificação profissional para suprir as deficiências do ensino formal”.

A pesquisa e a entrevista que comentamos acima deve ser motivo de reflexão séria para todos nós empresários e dirigentes. Sempre insisti em afirmar que um dos maiores problemas da desmotivação das pessoas na empresa está diretamente relacionada à comunicação interna. O dirigente brasileiro não é treinado em dar feedback e quando dá, faz de forma errada, equivocada, provocando mais dano e revolta do que benefícios ao empregado e à empresa. Ainda temos muitos dirigentes que adotam a postura de senhores de engenho, incomunicáveis em suas Casas Grandes – seus impenetráveis gabinetes.

Os empregados vivem de sustos. Mudanças são feitas abruptamente sem nenhum cuidado na comunicação interna. Há um verdadeiro prazer sádico no efeito surpresa, no inesperado, em deixar as pessoas inseguras. Essa postura antiga é que desmotiva e faz a produtividade cair. O dirigente brasileiro parece não perceber que as palavras movem mas os exemplos arrastam, como diz o velho ditado latino. Há uma incoerência absoluta entre o discurso e a prática. Dirigentes falam de qualidade e atendimento ao cliente como fundamentos básicos da empresa, mas negam-se a atender clientes e a fazer investimentos que resolvam os problemas de qualidade. Essa contradição “comunica” internamente que tudo não passa de uma grande mentira e que o grande valor é unicamente o lucro a qualquer preço. Nada é mais desmotivador.

Com muitos concorrentes globais, qualidade semelhantes e preços iguais, ou mudamos ou morreremos. É preciso mudar antes que seja tarde. É preciso cuidar da comunicação interna, fator essencial na motivação das pessoas.

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Postado por: Profº Luiz Marins
Em: 26/4/2007 as 12:22
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ZOO

• O Sesc Anchieta ( a menina dos olhos de Abram Szajman ) faz leitura dramática da peça “ As Eruditas “ de Molière, com direção de Mika Lins.

• O escritório de negócios de Odair Locanto na Rua Argentina promove almoço empresarial reunindo o PIB paulistano.

• Bia e Henrique Molinari festejaram na base do open-house o aniversário do anfitrião.

• Gisela e Giorgio Granito prolongaram a semana por Campos do Jordão.

• Syomara e Joana Crespi convidaram para a apresentação de suas coleções de jóias no escritório da Rua Pedrosos Alvarenga.

• É de Lázaro Tribst o projeto do novo escritório de advocacia ambientalista de Savim Paiva em Pinheiros.

• Helena Mottin e Marinella Picci receberam para desfiles de lingerie e da coleção ST. John na loja da Rua Mário Ferraz.

• O novo livro “ Mulheres de Água “ de Gabriel Chalita teve um super lançamento na Livraria Siciliano do Pátio Higienópolis.

• Alguém está ganhando e muito com a visita do Papa, com os Jogos do Pan e ganhará com o “ caça-níquel “ ao sediarmos a Copa do Mundo de 2014 de Futebol. As chamadas “ comedeiras “ eternas com o aval dos governistas para tapar o sol com a peneira.

• A Cultural Blue Life apresentando o 1° Workshop Internacional de Artes Visuais de São Paulo – evento relacionado ao Remisen-Brande da Dinamarca.

• Edes Dalle Molle apresentou a exposição Gravuras dos Mestres na galeria Merian Mauro do Sofitel de São Paulo.

• Vocês já imaginaram um diálogo entre o ministro Waldir Pires e o senador Eduardo Suplicy? Os dois para articular uma frase levam séculos. Os cérebros destes indivíduos têem que ser empurrados para pegar no tranco ...

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Postado por: Tonico Senra
Em: 23/4/2007 as 14:40
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ZOO

• Giorgio Granito ( leia-se Corretora Personal ) em giro de negócios na área financeira no Rio.

• Se vier acontecer a catástrofe da TV Lula, do ponto financeiro o prezuízo será de R$ 250 milhões. Uma rede de televisão estatal será uma tentação para o nepotismo e para todas as formas de corrupção. Mais uma fonte para propaganda do governo.

• Lázaro Tribst passava Páscoa em Trancoso.

• Rodrigo Maia comemorou idade nova recebendo amigos na Hípica Paulista.

• Tomara que a TV Lula ( sonhos-realidade ) possa esclarecer os casos de Celso Daniel – prefeito de Santo André, Waldomiro Diniz e Okamoto. Logicamente o cenário será “ grandioso “ para a ocasião...

• Zizinho Papa ampliando o número de lojas do seu shopping de serviços no centro paulistano. Vale a pena conferir!

• Um cem número de cavaleiros torcem fervorosamente para que o cavaleiro Rodrigo Pessoa desista de montar nos Jogos do Pan. Será a grande chance do hipismo brasileiro mostrar o outro lado da moeda...

• Perguntar não ofende: será que Paulo Maluf, Edmar Cid Ferreira, Jader Barbalho, Zélia Cardoso de Mello, Fernando Collor tomam Rohypnol e Vallium como o rabino Henry Sobel?

• Alexandre Husni promove almoço no La Tambouille reunindo o mundo jurídico paulista.

• Antonio Bias Bueno Guillon é o novo cidadão ribeirão pretano concedido por Wandeir Silva – presidente da Câmara Municipal de Ribeirão Preto.

• O “ empresário “ russo Boris Berezovsky – da MSI empresa que mantem parceria com o Corinthians – acusado de fraude e de lavagem de dinheiro em seu país, vivendo foragido em Londres, é o atual parceiro pretendido pelo governo Lula – à doré para injetar dólares no PAC – Programa de Aceleração do Crescimento. Só esqueceram de perguntar crescimento de quem?

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Postado por: Tonico Senra
Em: 18/4/2007 as 7:42
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Do plano do propor, ao plano do fazer

Por que somos tão criativos e inovadores, cheios de idéias novas e tão ruins em execução? Por que a rotina e o detalhe de executar um plano, fazer a manutenção das coisas existentes, dar continuidade, nos deixa tão entediados?

Sentimos um grande prazer em propor planos e idéias e um enorme tédio em cuidar das coisas do hoje, do aqui e do agora, de fazer. Estamos sempre olhando para o futuro e parece que nos esquecemos de que o amanhã depende do que fizermos hoje. Com o descaso pelo hoje, pelo detalhe, pela cuidadosa execução e manutenção do que existe, nunca construiremos o amanhã e seremos sempre o “País do futuro”.

Parece que executar é, para nós, uma coisa subalterna, para pessoas sem muita inteligência, puros obreiros. O bonito é criar, inovar, propor, discutir. Daí nada acontece. As coisas simplesmente não acontecem, não têm continuidade, não têm manutenção, não vingam. Faltam pessoas dispostas a cuidar do dia-a-dia, da rotina, do manter, do fazer todos os dias.

Nas empresas que visito vejo pessoas propondo planos, projetos e idéias maravilhosas. Mas ninguém atende o cliente que está na linha, esperando. Ninguém conserta o banheiro quebrado. Ninguém quer visitar o fornecedor que está precisando de melhores especificações para poder entregar o pedido da próxima semana. Ninguém faz a manutenção correta das máquinas que estão em uso há anos e ameaçam parar. Daí, quando as coisas dão errado e o problema se torna insustentável todos parecem tomar um susto. Comportam-se como se não soubessem que o problema ocorreria, mais cedo ou mais tarde.

Precisamos, com urgência, de pessoas que sejam realmente responsáveis em fazer as coisas simples acontecerem. Temos verdadeira ojeriza a coisas simples, rotineiras, mas que precisam ser feitas. Todos querem cargos elevados para propor, dar idéias, planejar. É preciso fazer. É preciso passar do plano da proposição ao plano da ação.

É por falta de gente que gerencie de fato, que supervisione de fato, que faça as coisas simples e rotineiras acontecerem que temos passado pelas agruras nos aeroportos, nos portos, nos trens, nas estradas federais. Queremos o novo, mas detestamos manter o existente. Queremos construir e odiamos reformar o que precisa de cuidados. Uma obra nova do governo é iniciada ao lado de um edifício do mesmo governo que cai aos pedaços por falta de verba para manutenção.

Nas empresas não é diferente. Novos projetos todos os dias, novas propostas toda semana. Novos produtos, dezenas de produtos nos porfólios. Os vendedores querem novidade todos os dias. Sentem enorme tédio em vender os produtos que existem. Corretores de imóveis só vendem lançamentos. Há milhares de casas e apartamentos estocados em prédios já lançados que nem sequer são oferecidos. Eles querem um novo lançamento por semana. O mesmo acontece com vendedores de veículos. O mesmo com qualquer empresa que oferece mundos e fundos para conquistar um novo cliente e despreza os que tem. Com a mão direita ganham e com a esquerda perdem numa desvairada febre de novidades, de criatividade, de inovação, de propostas mirabolantes.

Peço a você que se dispor a ler este artigo até aqui, que procure pensar na execução, no fazer, na importância da rotina, da manutenção, do cuidado como hoje, da atenção com o agora. Antes de pensar grande, é preciso ter disposição para fazer grande, para fazer certo, para fazer agora e não num futuro de sonhos que ninguém está a construir. E como simples exercício, pense nas questões abaixo:

1.Você tem consciência de que é preciso cuidar do dia-a-dia, da manutenção, da continuidade, do fazer acontecer de fato, para que o amanhã possa ser sucesso?

2.Quando você começa uma coisa, você vai até o fim, cuidando dos detalhes, corrigindo os erros, aparando as arestas, ou desiste logo, começando outra coisa nova?

3.As coisas simples, rotineiras, detalhadas, que exigem atenção e tomam tempo, têm valor para você?

4.Quantas idéias sua empresa já teve e fracassaram por falta de alguém que cuidasse da execução cuidadosa, continuada e firme?

5.Quantas idéias morreram no papel?

6.E você? Quantas coisas você já começou e não terminou?

Pense nisso. Sucesso!

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Postado por: Profº Luiz Marins
Em: 17/4/2007 as 9:18
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Eu não sei

Ele era médico cardiologista de renome. Estava em meio a um festivo grupo, daqueles que se reúne em qualquer lugar e sem motivo. No grupo, comerciantes ricos, um industrial de pequeno porte (a indústria) um funcionário público, um político contumaz e um bancário. O assunto era “hipertensão arterial e seus riscos”.

Não deu outra: todos entendiam do assunto mais que o renomado jurado de Hipócrates. O pobre médico, entre pasmo e irritado com tantas asneiras que eram ditas com ares doutos pelos seus companheiros de charla, mal obteve espaço para dizer um “a”. E quando ele encontrou a brecha e falou algo da ciência que lhe era afeita, foi logo “desmentido” (sic) pelo fátuo comerciante que lhe disse: “- Já vi que disso você não entende nada” e logo mais adiante o industrial emendou: “- Li numa revista, na sala de espera do meu dentista, que não é nada disso...”.

Não preciso dizer que a conversa terminou com todos discutindo um assunto do qual só um entendia e que foi literalmente proibido de falar. E é sempre assim.

Tenho participado de rodinhas as mais incríveis em que os assuntos são dogmaticamente colocados com a firmeza, segurança e tom diretamente proporcionais à ignorância dos participantes.

Outro dia tive que ouvir calado um advogado discorrer sobre “antropologia dos primitivos” (sic) e dizer tantas patacoadas quanto sua frenética boca era capaz de produzir, uma vez que não posso admitir que aquele amontoado de impropriedades possa ter vindo de alguma inteligência.

E o mais interessante é que essas pessoas ainda concluem as suas doutrinações com a frase: “Sei tudo isso porque leio muito. Leio quatro livros por semana...”

O que tem de gente que lê quatro livros por semana, não é brincadeira! E não são aposentados, nem pensionistas do INSS. São homens e mulheres da lide. E quando pergunto como conseguem e a que horas lêem tanto, respondem que lêem à noite, pois odeiam novelas. Passo a comentar os capítulos da novela de plantão e essas pessoas estão a par de todos os detalhes.

E é por tudo isso que as conversas e as reuniões sociais são tão chatas. Todo mundo fala, e sempre dogmaticamente e sempre emocionalmente, das coisas de que não entendem e que, de fato, não tem nenhuma obrigação de entender. Quem entende do assunto em pauta, desiste de falar, concorda “democraticamente” (sic) com a troupe ignara e o assunto acaba, murcha e todos saem mais burros do que quando começaram. E como seria bom, se pudéssemos ouvir o comerciante falar do seu comércio, o advogado de suas causas, o médico de sua ciência, o artista de sua arte, perguntando, discutindo, crescendo, aprendendo, fazendo ilações, criando analogias e buscando intercomplementariedades.

A maior virtude do homem é saber dizer “EU NÃO SEI” ou “EU NÃO ENTENDI” e perguntar e querer saber. Convivemos há anos com uma pessoa e não sabemos sequer o que ela faz, como faz, porque faz. Julgamos, pré-julgamos, opinamos, sem saber, sem conhecer, sem sequer perguntar.

Parece que temos uma terrível vergonha de não saber de tudo, de não entender de tudo, de não ser doutor em tudo. E aí caímos no ridículo de doutrinar unicamente pela intuição.

Talvez a nossa avidez em discutir futebol (também sem entender) nos tenha levado a pensar que todos os assuntos possam ser debatidos com a mesma insensatez que o ludopédio. Ouvi um dia, um emérito professor de Ecologia e Meio-Ambiente desesperar-se com as impropriedades que vêm sendo ditas sobre a Amazônia e o aquecimento global, nestes tempos em que milhões de semi-disléxicos passaram a sentenciar sobre o tema.

E não me julguem os leitores um neo-positivista que acha que uma pessoa não deve sequer pensar sobre aquilo de que não entende. Pelo contrário, sou adepto do discutir, do perguntar, do debater, do rebater, do perquirir, do cismar, para que então, passemos a compreender melhor aquele determinado assunto. Porém, não vamos nos confundir. Não é simplesmente pelo fato de ter conhecido um pouco mais de determinado tema que posso pontificar sobre ele em outros grupos. Essa “cultura de almanaque” e Você Sabia?” não leva ao conhecimento do espírito crítico, tão necessário em nossos dias e para nossas relações sociais.

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Em: 9/4/2007 as 13:46
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Vão roubar a minha idéia!

“Professor, tenho uma idéia tão espetacular de um produto financeiro que não posso contá-la a ninguém”.
“Desenvolvi um produto inédito. Sei que ficarei milionário! Não tenho capital para produzi-lo, mas não confio em ninguém...”.
“Professor, contei uma idéia que tive para outro empresário e ele a roubou de mim...”.
Você, leitor, já deve ter lido em jornais ou revistas casos e casos semelhantes. Recebo dezenas de mensagens de igual teor. A pessoa diz ter uma idéia tão maravilhosa que não pode contá-la a ninguém. O que fazer?

Um dos caminhos é patentear o produto. Mas o problema continuará. Tenho a patente, mas não tenho os recursos para produzir. E sei, que um sócio pouco ético poderá fazer modificações no produto e fazer minha patente tornar-se sem valor. Se tiver uma idéia financeira que só terá valor para uma instituição bancária o caminho será escolher dentre tantas, a instituição que mais confio e apresentar a idéia para seus executivos. Eles poderão dizer, após a minha apresentação, que aquela idéia eles já haviam tido e poderão lançar o produto financeiro sem a minha participação. E aí?

Todo empreendedor sabe que correr riscos é inerente à atividade de empreender. Se você tem uma idéia tão brilhante que não pode contar a ninguém, a solução mais segura é morrer com ela. Ou seja, você não terá contado a ninguém, mas também não terá ganhado nada com sua idéia. Logo, o risco de contar a alguém e ter sua idéia roubada é o mesmo que não contar a ninguém e morrer com ela. O que fazer?

Construir parcerias confiáveis é um grande desafio. Você nunca terá 100% de certeza, mas procurando pessoas confiáveis, com história de confiabilidade e lealdade, dará a você pelo menos a chance de um menor risco de ser passado para trás. Mas o risco sempre existirá. O empreendedor deve saber que viver é arriscar sempre!

Levei estes casos a consultores especializados e agências de empreendedorismo e o conselho dado é o de tentar cercar-se de possíveis provas da existência da idéia antes de ser apresentada a um possível sócio maior ou comprador da idéia. Advogados me disseram que uma simples notícia de jornal pode ser uma prova a ser utilizada; um artigo publicado ou uma foto, e é claro, um registro da idéia em cartório. Mas nada, disseram eles, impede totalmente a ação de pessoas mal intencionadas que, fazendo pequenas modificações na idéia original, provem tratar-se de um produto diferente do apresentado.

Assim o drama é quase insolúvel. Buscar uma parceria confiável e agir com rapidez, pois o tempo é um grande inimigo. A sua maravilhosa idéia poderá surgir na mente de outras pessoas mais ágeis e aí sim, deixar de ser original.

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Em: 3/4/2007 as 13:31
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ZOO

• Agó Paez e Eduardo Scarpa com Solurig Rettich e Edgardo Novick receberam para o casamento dos seus filhos Maria Maria e bernardo em cerimônia que aconteceu em Punta Del Este.

• Paulo Velloso resolveu dar um tapinha no visual.

• Zizinho Papa completando mais um aniversário em absoluto silêncio.

• Com supervisão de Celita Procópio de Carvalho a Faap convidou para a exposição Príncipe de Astúrias que permanecerá até 8 de abril.

• Augusto Meirelles festejando com almoço familiar seus 71 anos bem vividos.

• O novo escritório da Prada esporte no Itaim leva a griffe de Lázaro tribst.

• Giorgio Granito movimentou o Parigi para almoço reunindo o PIB paulistano.

• Regina e Nenê Posses prolongando a semana pelo Guarujá – hóspedes de Nádia e Odair Locanto.

• Michele Behar ciceroneando na Hípica Paulista dois ícones paulistanos: a mestra da moda Regina Guerreiro e o fotógrafo Luís Trípoli.

• O que o golfe tem em comum com o sexo? Simples: Não precisa ser bom para se divertir...

• A coluna descobriu: a atriz Renée de Vielmond – que vive a personagem “ Ana Luiza “ na novela global Paraíso Tropical é a mistura dos gens de Madre Tereza de Calcutá com bispo Edyr Macedo. Muita generosidade ...

• O Senac São Paulo e o Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos firmaram parceria para desenvolvimento de cursos na área de design de jóias. Mais um ponto precioso do staff Abram Szajman.

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Postado por: Tonico Senra
Em: 3/4/2007 as 7:45
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