A auto- crítica excessiva é a responsável pelo medo de fazermos feio diante do outro, seja esse outro quem for e seja que situação for, mas principalmente em publico.
Eu arrisco dizer com convicção, de que essa auto-crítica, esse pavor do público, da comunicação formal ou informal, acontece com qualquer um, independentemente do seu berço, do seu saldo bancário, ou da sua idade.
Volto a dizer: o bicho papão é a auto-crítica excessiva.
Grandes homens, pequenos homens, simples homens, todos eles correm o risco de ter vivido ou ainda mesmo estar vivendo este pavor, este pânico.
Alguns assumem a deficiência e tentam melhorar, outros vão levando uma vida e uma comunicação sem graça, fria e outros ainda, calam e vivem vidas mornas, acomodadas, balbuciando apenas um “oi” pelo resto dos dias.
E os que não têm ataques de pânico, na maioria das vezes, são tão controlados emocionalmente, contidos, que ficam chatos, monótonos, quando diante de um público e esses, talvez, seja a grande maioria das pessoas modernas que não percebem como são aborrecidas e quanto sono nos dão quando estão explanando qualquer tema.
Um bom termômetro para esta resposta é reparar quantas vezes o outro olha para o relógio, ou ainda quantos estão bocejando durante sua fala. Isso acontece numa platéia ou numa conversa a dois, numa mesa de almoço, até mesmo na pizza com os amigos.
E aí, que saída temos?
Ou vivemos nervosos ou mornos?
Ou ousamos ou amedrontamos?
Ou ficamos simpáticos ou chatos?
Mas o melhor é vencer o pânico e nos tornarmos quentes, calorosos, entusiasmados, CONVINCENTES.
Comunique-se sempre!
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