As previsões são de que este Natal será, do ponto de vista econômico, o melhor Natal desde o ano 2000. O aumento da renda, a diminuição da inadimplência, as facilidades de financiamento é que dão a base para essa previsão otimista. Assim, não só o varejo, mas a indústria e o próprio setor primário - agricultura e pecuária - deverão ter um aumento de demanda. É hora, portanto, de se preparar.
A característica de consumo na época do Natal é diferente das demais. Diferentemente do dia das mães ou das crianças, agora todas as pessoas de nosso relacionamento são elegíveis para a nossa gratidão materialmente representada por um presente ou “lembrancinha”. Nas empresas há os “amigos secretos” e nas famílias a oportunidade de reatar laços esgarçados durante o ano que se encerra.
O clima de Natal é também propício ao perdão. Por mais materialista que seja o mundo contemporâneo, não há como as pessoas deixarem de pensar na essência espiritual e religiosa do Natal e buscarem retomar os valores mais elevados do ser humano. É uma época em que os valores permanentes de família, amizade, gratidão e amor são retomados. Assim, as famílias se reúnem mais, os amigos se encontram mais e tudo isso faz com que a roda da economia gire mais rápida em todos os segmentos.
Minha sugestão é que você reúna seu pessoal e faça uma breve discussão de como a sua empresa pode se preparar melhor para o Natal. Não pense só em ações materiais de aumento de produção ou melhorias de logística, mas também, e principalmente, em como conseguir mais união interna, dissipar contendas, agradecer fornecedores e clientes. Faça o que achar que deva fazer em sua empresa, mas não deixe de preparar-se para esta que é a mais maravilhosa época do ano, em todos os sentidos.
Pense nisso. Sucesso!
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